Praia de Boa Viagem – Acaiaca

O conteúdo desse post foi transferido para essa página: praia de Boa Viagem – o Acaiaca.

Praia de Boa Viagem – Pracinha

O conteúdo desse post foi atualizado e movido para a página
Praia de Boa Viagem, próxima à Pracinha

Praia de Boa Viagem – Setúbal

O conteúdo desse post foi atualizado e movido para essa página:
Setúbal, Recife

Praia de Boa Viagem, Recife – os diferentes setores

A Praia de Boa Viagem é uma das mais famosas do Brasil. A imensa maioria dos turistas que vêm ao Recife hospedam-se em Boa Viagem, frequentam os restaurantes de Boa Viagem e visitam, ainda que brevemente, a praia de Boa Viagem.

A praia mantém o mesmo nome ao longo de aproximadamente 8 km.

Nesse aspecto, Recife é diferente da maioria das outras capitais do Nordeste; em Fortaleza, por exemplo, temos praias de Meireles, Iracema, Mucuripe e do Futuro; em Maceió, temos Jatiúca, Pajuçara e Ponta Verde; em João Pessoa, temos Tambaú, Manaíra e Cabo Branco; em Salvador as praias são ainda mais numerosas: Ondina, Farol, Rio Vermelho, Pituba e outras.

Entretanto, embora a praia (e a avenida beira-mar) tenham o mesmo nome,  na verdade existem pequenas variações ao longo de sua extensão.

Existem visíveis diferenças (tais como: de estrutura hoteleira, oferta de restaurantes e outros serviços turísticos, condições das praias, etc) entre a parte sul (na divisa com Jaboatão dos Guararapes), as áreas centrais e o extremo norte (entrando no bairro do Pina).

Os posts abaixo procuram delinear essas diferenças entre os setores da Praia de Boa Viagem, começando pelo extremo sul, e caminhando em direção ao norte.

Turismo no Maranhão – 2012 – Parte 3

Veja a Parte 1 e Parte 2 dessa série de artigos publicada por Viagem de Férias sobre Turismo no Maranhão.

O Maranhão recebeu em 2011 aproximadamente 2,5 milhões de visitantes, dos quais apenas 50 mil estrangeiros; os desembarques em São Luís, conhecidos com mais precisão, somaram 1,84 milhão de pessoas (veja algumas estatísticas sobre o número de visitantes no Nordeste). A atividade turística gerou 59 mil empregos diretos; cada visitante permaneceu em média 3 dias e meio na cidade, gastando cerca de R$ 622. O setor representou 5,5% do PIB do Maranhão, o que é muito pouco diante da potencialidade turística do Estado, informa o Secretário de Turismo.

Para mudar o quadro, o Estado tem feito diversos investimentos: melhoria da rede de saneamento, principalmente na área próxima às praias urbanas de São Luís; ampliação do aeroporto Cunha Machado, cuja capacidade aumentará de 2 milhões para 4 milhões de passageiros por ano; abertura e ampliação de vias expressas, incluindo a Avenida Litorânea, que será estendida por mais 5 quilômetros; duplicação da rodovia BR-135 entre a capital e a cidade de Bacabeira, um trecho de 58 quilômetros.

A duplicação da estrada até a minúscula e até há pouco tempo anônima Bacabeira, de apenas 15 mil habitantes, tem explicação: é lá que deverá ser construída a refinaria Premium I da Petrobrás, orçada em US$ 20 bilhões – se for de fato construída, será a maior refinaria do Brasil, e a quinta maior do mundo.

Apesar das incertezas, a preparação do terreno já foi iniciada há alguns meses, e já começou a movimentar a economia de Bacabeira. Sem opções de hospedagem no local, funcionários da Petrobrás e empreiteiras gastam até quatro horas diárias nas viagens de ida e volta a São Luís (ver hoteis em São Luís); por causa dessa escassez, já foi anunciada a construção de um novo hotel em Bacabeira, que, com 246 quartos, seria o maior do Estado.

E o hotel pode contar com mais hóspedes. Além do projeto da Petrobrás, Bacabeira deve ver também a construção de um porto na foz do rio Mearim, com orçamento de US$ 4 bilhões, conforme projeto anunciado recentemente pela Vale do Rio Doce e pela Aurizônia Empreendimentos.

O turismo no Maranhão, como se vê, tem tudo para crescer tanto na vertente de lazer quanto na de negócios, que hoje já responde por 24% das visitas ao Estado.

Com o mote “Maranhão Único“, a estratégia da Secretaria de Turismo é investir na estruturação e divulgação de cinco polos: São Luís, Lençóis, Chapada das Mesas, Delta do Parnaíba e Floresta dos Guarás.

A Floresta dos Guarás, na porção amazônica do Estado, é uma área de mata que se tinge de vermelho nas revoadas dos guarás. Desconhecida dos próprios maranhenses, não oferece ainda quase nenhuma estrutura para os visitantes. Mas os Lençóis, não faz muito tempo, também era assim.

Turismo no Maranhão – 2012 – Parte 2

Veja a Parte 1 dessa série de artigos publicada por Viagem de Ferias sobre Turismo no Maranhão.

A paisagem apaixonante dos Lençóis Maranhenses, embora seja a principal, não é a única atração turística do Maranhão.

O Estado tem várias peculiaridades, a começar pela posição geográfica, na transição entre o Nordeste e a Amazônia. O clima de São Luís, por exemplo, é chuvoso como Belém no primeiro semestre e ensolarado como Fortaleza na segunda metade do ano (ver essa página sobre o clima nas cidades do Nordeste).

A capital São Luís é ímpar também pela sua História: foi fundada por franceses em 1612 (o nome da cidade é uma homenagem ao rei Luís XV), dominada por holandeses (no mesmo período da ocupação do Recife) e finalmente incorporada pelos Portugueses ao Brasil Colônia; no século 17, a região ganhou importância política e econômica, com a criação da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão – datam dessa época importante peças arquitetônicas de São Luis, como o casario antigo e o mais vistoso conjunto de paineis da azulejos portugueses construídos fora de Portugal.

Em 1997, o Centro Histórico de São Luís, que abriga boa parte dos mais de 4 mil imóveis datados dos séculos 17, 18 e 19, foi declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco; veja uma interessante sugestão de roteiro para conhecer o Centro Histórico.

A prefeitura de São Luís vem fazendo investimentos no tratamento de esgotos da orla da cidade; “os turistas valorizam nosso patrimônio histórico, mas muitos deles têm também interesse nas belezas naturais, por isso precisamos manter as praias em boas condições”, afirma um diretor da Associação Brasileira da Indústria de Hoteis. A previsão é que o percentual de esgoto coletado na capital passe de 10% para 50% em dezoito meses, chegando a 90% em 2017 – o que faria das praias de São Luís uma das mais limpas do Nordeste.

Outra atração turística maranhense é o delta do Parnaíba, na divisa entre o Piauí e o Maranhão (bem próximo ao Ceará, já que o Piauí é um dos Estados com litoral mais curto no Brasil – a jornada entre Jericoacoara e os Lençóis vem se tornando conhecida como Rota das Emoções); ao encontrar o mar, as águas do rio Parnaíba dividem-se em cinco afluentes, formando 73 ilhas cheias de vida.

A mais conhecida das ilhas, rodeada por 27 km de praias de areia fofa e branquinha, é a ilha do Caju, onde pode-se observar cinco ecossistemas diferentes:  dunas, mangues, matas, campos e alagados de água salgada, povoados por colhereiros, tucanos, veados, raposas, tartarugas marinhas e jacarés. A ilha do Caju, contudo, é propriedade particular, e o acesso é restrito aos hóspedes da pousada local.

Veja na Parte 3: perspectivas para o setor do Turismo no Maranhão.

Turismo no Maranhão – 2012 – Parte 1

A Secretaria de Turismo do Maranhão publicou, nesse mês de outubro de 2012, um press release para divulgar os principais destinos turísticos do Estado, assim como as perspectivas do setor para os próximos anos. Viagem de Ferias reproduzirá as informações da Secretaria, acrescentando comentários e links para informações complementares.

Turismo no Maranhão – Parte 1. Veja também Parte 2 e Parte 3.

Há alguns anos, ao longo de uma jornada de mais de três meses por sete países da América do Sul, o repórter viajante Seth Kuggel, que mantém um conhecido blog de turismo no New York Times, passou, entre outros locais, por intrigantes ruínas incas e astecas, praias paradisíacas, cordilheiras imponentes e um vasto mosaico de povos e culturas. Entretanto, o lugar que mais fascinaria Kugel, por ser diferente de tudo o que ele já havia conhecido em sua carreira, seria um recanto até então pouco conhecido do Maranhão: os Lençois Maranhenses.

Assim como Kugel, poucos brasileiros haviam ouvido falar desse mar de dunas no Norte do Maranhão, com área de mais de 1.500 km2 (maior do que a cidade do Rio de Janeiro, aproximadamente a mesma área que a cidade de São Paulo). Nos anos 70, os únicos forasteiros que se aventuravam pela região eram os técnicos da Petrobrás, procurando petróleo; foram eles, aliás, quem criaram o nome Lençóis, após avistar o branco areal sem fim em seus sobrevoos.

Em 1981, o local foi transformado em Parque Nacional e começou a entrar no mapa turístico do país. Nos anos 90, passou a receber turistas com mais regularidade; desde então, iniciou sua consolidação como uma das maravilhas naturais brasileiras, graças a uma persistente divulgação boca a boca.S

Ainda hoje, na principal porta de entrada para os Lençóis, a cidade de Barreirinhas (distante aproximadamente 280 km de São Luis), a predominância de meios de hospedagem é de pousadas rústicas; já foram construídos, contudo, alguns hoteis de médio e grande porte, como o Gran Solare, que, com 242 quartos, é hoje o maior do Estado do Maranhão (veja resenhas do hotel).

Segundo o secretário de Turismo, Jurandir Lago Filho, “Lençóis é o local que mais atrai visitantes ao Maranhão, mas existem outros que estão crescendo em visibilidade. A Chapada das Mesas, no sul do Estado, com suas trilhas, cachoeiras e formações rochosas, já está sendo descoberta pelos turistas e tem tudo para se firmar como importante destino de férias”. O secretário estima que, hoje, cerca de 30% dos viajantes que desembarcam em São Luís sigam diretamente para os Lençóis; além desses, há também os que chegam por outros caminhos: está ganhando popularidade, por exemplo, a Rota das Emoções, que sai de Jericoacoara e segue até Lençóis em carros 4×4.

O secretário espera que dentro de alguns anos a cidade de Imperatriz, segunda maior do Estado, também se transforme em importante destino turístico. Hoje visitada principalmente por viajantes a trabalho, Imperatriz se transformaria no portal de entrada para os visitantes da Chapada das Mesas.

Continua na Parte 2.

Quality Hotel Fortaleza

Em uma recente visita a Fortaleza, a equipe de Viagem de Ferias hospedou-se no Quality Fortaleza.

Alguns dos motivos que levaram à escolha do Quality foram: excelente localização, facilidade de reserva (feita online, pela booking.com) e qualidade dos serviços e instalações do hotel (o Quality é, segundo os usuários do Tripadvisor, o melhor hotel de Fortaleza, entre 88 hoteis avaliados).

E o Quality não decepcionou em nenhum aspecto.

A localização não poderia deixar de ser excelente. O hotel fica a uma caminhada da feirinha de artesanato, na área mais central do calçadão de Fortaleza; há facilidade de transportes, restaurantes e contratação de passeios. Pode-se caminhar a pé, e com segurança, até a Praia de Iracema.

Outra vantagem da localização é a excelente vista, difícil de ser superada em Fortaleza, como mostra a foto acima.

Todos os apartamentos a partir do oitavo andar têm ampla vista da praia do Meireles (foto acima). Ademais, os apartamentos têm frente para o sol nascente, o que proporciona um ambiente agradável durante a tarde e a noite.

A qualidade dos serviços se mostra desde a recepção. Nossa reserva era para um dos quartos mais baratos, nos andares superiores, mas o recepcionista permitiu que ocupássemos um quarto no décimo andar. Além disso, o recepcionista tomou a iniciativa de perguntar se éramos participantes do programa de fidelidade da TAM ou Smiles, já que os pagamentos efetuados convertiam-se em milhas. Durante toda a estada, percebemos a preocupação – e o preparo –  do pessoal do hotel em proporcionar uma boa estada.

É claro que o hotel é um negócio que busca lucros, mas o Quality parece ter percebido que a atenção no atendimento e alguns agrados fazem muito para conquistar o hóspede, o que é benéfico no longo prazo. Nesse ponto, o Quality se parece com outros hoteis de cadeias de administração profissional: conquistar o hóspede tanto quanto (ou ainda mais) pela qualidade dos serviços prestados do que pelo conforto da infraestrutura – ver a experiência semelhante que tivemos no Best Western Majestic de Natal.

Não que a infraestrutura deixe a desejar – pelo contrário.

As camas são novas, grandes e confortáveis. O quarto é espaçoso, os móveis são adequados; a TV era razoavelmente grande, a TV a cabo proporcionava boa variedade de canais.

O banheiro é espaçoso e limpo. O destaque é o chuveiro: a gás, com controles independentes para vazão e temperatura, e com muita água; o banho vale por uma massagem relaxante.

O café da manhã é servido no restaurante do primeiro andar. O padrão é o usual (ou até um pouco abaixo) dos hoteis de quatro estrelas: sucos, frutas, pães, etc; Viagem de Ferias recomenda em particular a tapioca e o pãozinho de queijo.

O restaurante não é muito espaçoso, mas não enfrentamos fila. E isso graças, novamente, à eficiência e preparo dos empregados: todos os pães, sucos, etc eram rapidamente repostos, os pedidos à parte eram entregues rapidamente, as mesas eram limpas assim que eram desocupadas. Mais uma vez, faz-se notar o profissionalismo na administração do hotel.

A piscina é pequena, e fica no topo do hotel (se você procura uma piscina grande, pudemos observar que no hotel Mareiro, que é vizinho ao Quality, existe uma piscina com raias de 25 metros, algo que é raro nos hoteis de Fortaleza). Também no topo fica a pequena sala de musculação.

Na entrada, próximas à recepção, localizam-se uma pequena loja de conveniência, a sala de internet (o uso de computadores do hotel é pago, aproxidamente R$ 10 por hora, mas o wifi é gratuito, e funcionou perfeitamente), e uma pequena agência de turismo.

Avaliação do Viagem de Férias: o valor da diária, de R$ 268, é condizente com a qualidade do hotel. O hotel é muito recomendado para quem vem em viagem de negócios, ou para casais sem crianças pequenas. Acordar apreciando a vista, tomar o café da manhã sem atropelos, passear pela praia, almoçar num dos bons restaurantes vizinhos, tomar um relaxante banho, e descansar nas confortáveis camas; isso já é uma excelente programação para um passeio em Fortaleza.

Veja outros hoteis em Fortaleza.

 

 

Visita a Fortaleza – 2012

Viagem de Férias fez uma visita recentemente a Fortaleza, para uma curta estada de três dias, que incluiu o feriado de 7 de setembro de 2012.

Avaliação do Viagem de Ferias: graças à combinação de fatores como a generosidade da Natureza, o empenho do Governo e os investimentos privados, Fortaleza continua sendo um dos principais destinos do Nordeste.

  • As praias urbanas são as mais animadas dentre as capitais do Nordeste, tanto de dia como de noite.
  • A rede hoteleira é nova, com preços competitivos. Nós visitamos o Quality Fortaleza e o Othon. Veja outros hoteis em Fortaleza.
  • Há bons restaurantes por toda a cidade. Veja nossas fotos do Coco Bambu, Sal e Brasa e Soho. Veja outros restaurantes em Fortaleza.

As passagens da equipe de Viagem de Ferias foram pagas com milhas Smiles. As reservas foram feitas com apenas dez dias de antecedência, e ainda assim conseguimos encontrar passagens a 10.000 milhas, tanto para o trecho Recife-Fortaleza como Fortaleza-Recife. É relativamente fácil utilizar milhas para ir a Recife, Fortaleza e Salvador; para as outras capitais do Nordeste, se houver voos disponíveis por milhas, em geral custarão 20.000 milhas (e para Fernando de Noronha, é pouco provável que haja voos).

O aeroporto de Fortaleza está claramente operando acima de sua capacidade. A Infraero iniciou recentemente obras de expansão, visando à Copa de 2014, que resultarão num novo aeroporto muito maior, mais confortável e funcional. Enquanto isso, contudo, o aeroporto tem longas filas (principalmente na entrada para a sala de embarque – chegue cedo), a praça de alimentação é medíocre, a alta concentração de passageiros torna o ambiente barulhento e abafado (tudo bem diferente do aeroporto do Recife, certamente, hoje, o mais moderno e confortável do Nordeste).

Ainda não há linhas de ônibus que liguem o aeroporto às praias. Os táxis especiais seguem a tabela acima. Nós pegamos os táxis comuns, com tarifa marcada no taxímetro, e, mesmo sem pegar tráfego (pois era feriado), acabamos pagando o mesmo preço, R$ 40, por uma corrida até o Meireles; como é de se esperar encontrar algum engarrafamento, os táxis especiais parecem ser mais vantajosos.

 

Dicas para quem vem solicitar um visto dos Estados Unidos em Recife

Para tentar obter um visto para viajar aos Estados Unidos, os pretendentes devem se dirigir a uma das quatro representações diplomáticas americanas no Brasil, localizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Recife.

Um membro do Viagem de Férias solicitou (e obteve) o visto recentemente, e descrevemos como o processo transcorreu.

O processo está detalhadamente descrito nessa página da Embaixada Americana.

Os passos 1 e 2 do processo compreendem registrar-se no site, preencher formulários, pagar as taxas (atualmente, a taxa de visto de turista é de US$ 160) e fazer agendamentos; isso é feito pela internet. No caso de Viagem de Férias, os agendamentos foram: visita ao CASV (ver mais abaixo) em dois dias após o pagamento, e em três dias para a entrevista.

As duas visitas não podem ser agendadas para o mesmo dia. Isso significa que, para quem não tem visto, serão necessários dois dias em Recife para obtenção do mesmo. Em alguns casos, para quem já tem um visto anterior, fica dispensada a entrevista no Consulado (o próprio CASV concede o novo visto, mas ainda assim o passaporte é retido e enviado pelo correio); contacte o CASV ou o Consulado para maiores informações.

Primeiro, o solicitante deve comparecer ao CASV – Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto (além das quatro cidades com consulado, há um CASV também em Belo Horizonte).

  • no Recife, o CASV localiza-se na Avenida Herculano Bandeira, 949, esquina com a rua Arquiteto Augusto Reinaldo, no Pina (é o prédio branco de dois andares, na foto acima; ver mapa).
  • não há nenhum hotel nas proximidades; o mais próximo é o Recife Praia - ver hoteis em Recife.
  • se você vier de táxi a partir de Boa Viagem, a corrida deve sair por volta de R$ 10; caso o motorista não conheça o local, a melhor referência é dizer que fica bem em frente ao Atacado da Construção (que é o prédio da direita na foto acima, atrás do orelhão).
  • se você vier de ônibus, há muitos ônibus que passam na avenida Antônio de Góis, que é paralela à Herculano Bandeira (por exemplo, linha 80 ou linha 50); desça em frente ao Banco do Brasil e vá à pé; atenção: não perca o ponto de ônibus no Banco do Brasil, pois o ponto seguinte fica após a ponte, do outro lado do rio Capiberibe.
  • a segurança no CASV é rígida; você só pode adentrar o Centro meia hora antes ou depois do horário agendado; você pode entrar com câmera e celular, que devem estar desligados (atenção: no Consulado, celulares são proibidos, ainda que desligados); é feita uma revista pessoal, não leve nada que pareça ser perigoso.
  • no CASV, os atendentes vão limitar-se a conferir os formulários e o pagamento da taxa, registrar impressões digitais e tirar uma fotografia.
  • após entrar no CASV, o atendimento é rápido; Viagem de Férias passou menos de quinze minutos no CASV.
Se a papelada estiver em ordem, o solicitante segue para a entrevista no Consulado dos Estados Unidos no Recife.
  • o Consulado fica na Rua Goncalves Maia, 163, na Boa Vista (ver mapa).
  • para vistos de turismo, o horário de entrevistas é das 7 às 11 da manhã; apesar de o horário ser agendado, como a atendimento aqui é um pouco mais demorado, costumam formar-se pequenas filas; note que quem fica do lado de fora fica exposto ao sol e à chuva.
  • câmeras, celulares, notebooks, etc não são permitidos, ainda que estejam desligados; se você não tiver com quem deixar suas coisas, informe-se sobre locais na vizinhança que disponibilizam armários (por exemplo, o posto de gasolina na esquina com a Conde da Boa Vista cobra R$ 5, não importa o tempo).
  • vindo de Boa Viagem, uma corrida de táxi sai por uns R$ 20. Note que, dependendo do horário, pode haver engarrafamentos; se puder, saia do hotel algo como uma hora antes do horário agendado.
  • a vizinhança da Conde da Boa Vista é a região do Recife onde circula o maior número de ônibus. Vindo de Boa Viagem, pode-se pegar a Linha 50, descer em frente ao Hospital da Restauração e caminhar uns 300 metros até o Consulado.
  • há alguns hoteis nas vizinhanças, de onde se pode ir a pé ao Consulado, como o Hotel das Fronteiras, o Henrique Dias e a Pousada Bella Vista (essa última é a mais confortável e a mais cara); note, contudo, que não há muito o que fazer na região à noite.
  • quanto à entrevista em si: primeiro, você ficará na fila do lado de fora (Viagem de Férias ficou uns dez minutos); após a atendente conferir que seu nome está na lista dos agendados e seus documentos estão em ordem, você passa pelo detector de metais e entra; daí você vai até dentro da casa, pega uma senha e aguarda (uns dez minutos); após ser chamado, você entra em nova fila para fazer uma nova conferência de impressões digitais (dez minutos); finalmente, você vai para a entrevista.
  • na entrevista, você fica em pé, com o entrevistador sentado atrás de uma janela (à prova de balas); quando Viagem de Férias fez a entrevista, havia três entrevistadores simultâneos.
  • a duração da entrevista vai depender do interesse que você despertar no entrevistador. Há desde as perguntas de praxe (o que você vai fazer nos Estados Unidos, quanto tempo vai ficar, por que você escolheu essa ou aquela cidade, etc) até questionamentos sobre a estabilidade financeira e social do solicitante. É nesse momento que os documentos pessoais (que comprovam renda, emprego, etc) podem ser solicitados.
No caso de Viagem de Férias, a entrevista durou cinco minutos (não foram pedidos documentos), e ao final a entrevistadora informou que o visto havia sido aprovado, e entregou um pequeno papel com orientações sobre a entrega do passaporte; em geral, o passaporte é enviado por correio, via DHL.