Café da manhã barato em Porto de Galinhas

Os hoteis e pousadas em Porto de Galinhas que mantém um site na internet são de médio e alto padrão, e por isso incluem o café da manhã nos preços das diárias.

Entretanto, na vila de Porto de Galinhas, a maioria das pousadas é de porte modesto, e muitas delas (como a Pousada Rubayat, visitada por Viagem de Ferias), não oferece café da manhã.

Porto de Galinhas tem várias opções de lanchonetes, quiosques e restaurantes que oferecem lanches, sucos, crepes, etc. Mas os preços costumam ser de padrão turismo, ou seja, caros.


Exibir mapa ampliado

Viagem de Ferias visitou e recomenda a Padaria Nossa Senhora do Desterro. Localiza-se no trecho de calçadão da rua da Esperança, próxima à praça das Piscinas Naturais (no trecho em branco da rua da Esperança, no mapa acima).

As instalações são modestas, o atendimento é simples mas eficiente.

O ambiente é razoavelmente limpo (inclusive os banheiros) e arejado.

A principal vantagem são os preços honestos. Além do cardápio acima, a padaria oferece café, sucos (mas não há frutas frescas), doces e sorvete. Um café da manhã pode sair por menos de R$ 5 por pessoa.

A Padaria funciona há mais de trinta anos, e é frequentada por pessoas com todos os bolsos, desde os turistas estrangeiros até os flanelinhas de Porto.

Avaliação de Viagem de Férias: se seu hotel ou pousada não tiver o café da manhã incluso na diária, a Padaria Nossa Senhora do Desterro, que combina preços honestos com boa localização, é a melhor opção de Porto de Galinhas.

Restaurante Peixe na Telha, Porto de Galinhas

Em recente visita a Porto de Galinhas, Viagem de Férias almoçou no restaurante Peixe na Telha; inaugurado em 1991, esse restaurante é um dos mais conhecidos e tradicionais da praia.

E desde já, apresentamos a avaliação do Viagem de Ferias: o Peixe na Telha serve o melhor peixe de Porto de Galinhas; ou melhor, o Peixe na Telha serve o peixe “com o original sabor de Porto”, como afirma a inscrição na entrada do restaurante.

O restaurante localiza-se entre o calçadão e a areia da praia. Quando da nossa visita, o restaurante estava em reforma, e o acesso pela beira-mar estava fechado (por isso não temos fotos). Mas foi possível perceber que, quando as obras terminarem, a vista para o mar será ainda mais aberta do que a que pudermos admirar.

O prato principal da casa, pedido pela absoluta maioria dos clientes, é o peixe preparado e servido na telha. Há diversas variações nas receitas, como mostra o cardápio acima.

Viagem de Ferias provou o Peixe Na Telha Tradicional, para duas pessoas (peixe grelhado, molho à moda da casa, batatas douradas e pirão), por R$ 71,90. Vale observar que, por R$ 33,90, pode-se provar a porção individual – que custa menos da metade da porção inteira, mas não vem acompanhada do pirão.

A combinação de peixe nobre (pescada amarela), ingredientes frescos, receita secreta (a casa não divulga a receita do “molho à moda da casa”), modo de preparo (o peixe na telha, se não tem efeito gastronômico, certamente tem efeitos psicológicos positivos), o ambiente (com a bela vista do mar) fazem com que o prato seja nada menos que espetacular.

De sobremesa, um petit gateau, coberto com raspas de castanha. O sorvete não era dos melhores, e a calda do bolo não estava quente.

Viagem de Ferias enfatiza: se você vier a Porto e tiver que escolher apenas um restaurante, venha ao Peixe na Telha.

Veja nossa opinião sobre dois outros bem conceituados restaurantes de Porto de Galinhas: o Beijupirá e o Munganga Bistrô.

Pousada Recanto Rubayat, Porto de Galinhas

A equipe de Viagem de Ferias fez recentemente uma breve visita a Porto de Galinhas, e hospedou-se na Pousada Recanto Rubayat.

A pousada não tem site na internet, assim como a maioria das outras pequenas pousadas na vila de Porto (as pousadas mais estruturadas, que mantêm sites, localizam-se ao longo da estrada PE-09, que dá acesso à vila); isso significa que mesmo os sites de reserva, como a booking.com, são incapazes de descrever essas pequenas pousadas. Veja lista de sites de hoteis em Porto de Galinhas.


Exibir mapa ampliado

A pousada localiza-se na esquina das rua Saberé e avenida Beira-Mar, bem próximo à praia. O barulho dos carros pode ser ouvido dos quartos mais próximos à rua.

Como a imensa maioria das pousadas da vila, a pousada Rubayat cresceu a partir da casa do proprietário (que por sinal reside ao lado da pousada).

A pousada oferece: estacionamento interno (o que é uma grande vantagem para quem vem de carro, já que na alta temporada é dificílimo encontrar local para estacionar próximo à praia), quartos familiares (para quatro ou mais pessoas, na área interna, ao redor do estacionamento), quartos para uma a três pessoas (com vista para a rua, andares inferior e superior), espaço de convivência (com fogão, panelas e talheres – a pousada não serve café da manhã, e disponibiliza esse espaço para que os hóspedes façam refeições), um pouco de espaço verde.

Ocupamos um quarto triplo, que nada mais é do que um quarto duplo para casal com um colchão extra colocado no chão. O quarto tinha frigobar (vazio), ar condicionado, armário, televisor e uma pequena mesa.

O banheiro é limpo e espaçoso. O chuveiro é elétrico, a água tem pouca vazão, e a temperatura não fica mais do que morna.

Valor da diária: R$ 120, para três pessoas. O mesmo quarto para ocupação por duas pessoas sairia por R$ 90. Preços não incluem café da manhã. Valores de agosto de 2012, já na baixa temporada.

Essa pousada tem uma das melhores relações custo/benefício da vila de Porto de Galinhas. Outras pousadas têm um pouco mais de conforto (por exemplo, piscina), mas saem um pouco mais caro. Outras pousadas têm diária mais baixa, mas em geral estão mais afastadas e têm infraestrutura mais modesta.

Os preços da Rubayat competem até mesmo com hostels e albergues. Por exemplo, o Albergue Casa Branca anuncia quartos triplos por R$ 150, enquanto o Albergue La Rocca cobra R$ 120, na baixa temporada; mesmo em quartos compartilhados, o preço não cai muito abaixo disso.

Restaurantes Paellero e Munganga Bistrô, Porto de Galinhas

Em recente visita a Porto de Galinhas, a equipe do Viagem de Ferias almoçou no restaurante Paellero.

Há, na verdade, dois restaurantes que compartilham uma grande área à beira-mar: o Munganga Bistrô e o Paellero (não tem site próprio, mas tem um link no site do Munganga – a propósito: munganga é uma palavra nordestina que significa “careta”), ambos inaugurados em 2002. Os ambientes são bastante distintos: o Paellero fica próximo à praia, tem estrutura mais despojada, e vista para o mar, enquanto o Munganga tem decoração mais sóbria (mobília mais nobre, luz de velas à noite).

Cada casa tem um cardápio separado, mas pode-se sentar numa casa e pedir pratos da outra; há opções de todo tipo de prato (“nadadores, voadores, andarilhos das profundezas”, pratos regionais, etc), mas o forte são os pescados e frutos do mar.

Há uma entrada pela Avenida Beira-Mar (próxima ao início do calçadão) e uma pela areia da praia (acesso ao Paellero);  entre os dois restaurantes, fica um espaço ao ar livre, com jardins e tanques d’água. Os restaurantes oferecem também serviço em mesinhas na areia da praia.

Acima, algumas opções dos cardápios, com os respectivos preços. As páginas em amarelo são do Paellero, e as em branco são do Munganga.

Viagem de Ferias experimentou dois pratos (fotos acima): a paella andaluzia (com camarões, mexilhões, polvo e anéis de lula) para duas pessoas do Paellero, e o peixe Terra Mar (filé de pescada amarela grelhado com molho cremoso de camarões, champignons e alcaparra, com arroz branco e legumes cozidos) para uma pessoa do Munganga.

Ambos os pratos estavam muito bons, com tempero no ponto certo, sem muitas inovações; a paella estava mais carregada na lula, com pouco polvo. Aviso: nós nos sentamos próximos ao mar; nossa posição permitia vista privilegiada do mar, mas em contrapartida a brisa marítima esfriou os pratos rapidamente.

De sobremesa, um petit gateau, servido comme il faut: sorvete cremoso, bolo quentinho, calda de chocolate espalhando-se pelo prato.

Avaliação do Viagem de Ferias: bons pratos, preços condizentes com a qualidade e o ambiente, dentro do padrão de Porto de Galinhas. Bem melhor que o Beijupirá de Porto de Galinhas.

Restaurante Beijupirá, Porto de Galinhas

Durante a recente visita a Porto de Galinhas, em agosto de 2012, Viagem de Férias visitou alguns dos melhores restaurantes da praia.

Veja abaixo comentários sobre um jantar no restaurante Beijupirá.

O restaurante Beijupirá em Porto de Galinhas foi o estabelecimento pioneiro do  grupo Beijupirá, que hoje inclui também restaurantes em Olinda e na Praia dos Carneiros, e pousadas de charme em Fernando de Noronha e em Alagoas.

O Beijupirá de Olinda foi eleito pela revista Veja o melhor restaurante de peixes e frutos do mar em Recife em 2012. Viagem de Férias não concorda com a avaliação da revista Veja. Primeiro, porque o melhor restaurante daquele gênero em Recife é o Bargaço (que foi erroneamente classificado por Veja como restaurante de comida brasileira); e segundo porque o Beijupirá de Porto de Galinhas não é superior sequer a outras casas congêneres da Praia.

O Beijupirá de Porto de Galinhas localiza-se numa rua calma e segura, próxima ao centro da vila, mas distante da beira-mar; diversos bons restaurantes em Porto oferecem, além de boa comida, a vista para o mar como bônus.

A casa tem estilo simples, semi-rústico, dividida em diversos ambientes: mesas  com vista para a rua, um pequeno salão com ar condicionado, um espaço ao ar livre próximo ao bar, algumas redes disponíveis para descanso próximas à adega.

A decoração é simplesmente magnífica. As paredes e mesas exibem por toda parte detalhes que, embora isoladamente pequenos, formam um conjunto bastante harmônico e simpático.

Como alertado pela Veja, os preços não são baixos. Os pratos à base de peixe saem por R$ 48, os de camarão por R$ 56 e os de lagosta por aproximadamente R$ 100 (preços de pratos individuais, agosto de 2012).

Viagem de Férias provou dois pratos: beijupitanga (filé de peixe na chapa, batata temperada, arroz de castanha de caju e molho de pitanga à parte) e o prato com mais saída da casa, o beijucastanha (filé de peixe na chapa coberto com manteiga de castanha de caju, batatas flambadas e arroz de espinafre).

Se há um ingrediente que diferencia o Beijupirá, é justamente o beijupirá, peixe  usado em todos os pratos. Outros restaurantes usam peixes nobres como pescada amarela, badejo ou robalo, mas aparentemente poucos parecem ter percebido a leveza, maciez e sabor do beijupirá.

Avaliação do Viagem de Férias: o Beijupirá não inova muito nem nos ingredientes nem na forma de preparo. O restaurante parece confiar no talento do chef que, embora se faça notar (a qualidade dos ingredientes ajuda bastante), está longe de tornar o restaurante merecedor de grandes distinções. A qualidade dos pratos não está à altura dos preços e da fama.

Conta: um suco de laranja, R$ 6,50; cinco cervejas Heineken pequenas, R$ 30; um beijupitanga, R$ 48; um beijucastanha, R$ 48. Total: R$ 132,50 + 10% = R$ 145,75.

Porto de Galinhas – 2012

Viagem de Férias fez uma rápida visita a Porto de Galinhas em agosto de 2012; segue abaixo um breve relato.

Resumo de nossa visita: visitamos três dos melhores restaurantes de Porto, o Beijupirá (não recomendamos), o Munganga (OK) e o Peixe na Telha (o melhor dos três); hospedamo-nos da Pousada Recanto Rubayat (bom padrão, em relação ao preço) e tomamos café da manhã na Padaria mais tradicional da vila.

As estradas de acesso estão boas. Nós fomos pela BR-101, que passa pelo aeroporto do Recife e atravessa Jaboatão dos Guararapes. Até o ano passado, o engarrafamento em Jaboatão era inevitável; o Governo, contudo, concluiu alguns grandes viadutos que aliviaram muito o trânsito.

Outra opção também recente é ir pela Praia do Paiva. Essa estrada foi construída por uma empresa particular, que garante excelente manutenção, mas em contrapartida cobra pedágio (alguns reais na ida e na volta).

Note, entretanto, que indo por qualquer dos caminhos acima, ainda será necessário andar por um trecho de estrada estadual (aproximadamente 10 km) até a entrada de Porto; esse trecho tem pista tripla (duas num sentido e uma no outro), o que a torna bem menos perigosa do que era até há algum tempo, mas ainda assim é o trecho mais perigoso da jornada.

Porto de Galinhas continua totalmente focada no turismo. Praticamente todo o litoral foi tomado por meios de hospedagem (de grandes resorts a médias pousadas). A vila de Porto é tomada por pequenas pousadas, restaurantes (desde pequenos quiosques a casas de alta gastronomia) e outros serviços turísticos.

A praia, a areia, as barraquinhas, ainda são o principal atrativo. Diferentemente do Recife, Porto de Galinhas não tem problemas com tubarões – por isso o surf ainda é muito popular por aqui.

A água também é bem mais límpida, o que favorece banhos de mar. Note, entretanto, algumas peculiaridades: no trecho à direita da vila, o chão da praia tem muitas rochas, que ficam escondidas pela maré alta; no trecho bem à esquerda da vila, em direção aos grandes hoteis, a praia não é protegida por recifes, e por isso as ondas são mais altas e as correntezas são mais fortes.

O melhor trecho para mergulho, principalmente para crianças, é o chamado banco de areia, que fica entre o trecho de rochas e o de mar aberto. No banco de areia, pode-se avançar vários metros mar adentro, sem que a profundidade aumente muito. É nesse trecho que se concentra o maior número de barracas – e certamente os barraqueiros irão te lembrar das vantagens do banco de areia.

O passeio às piscinas naturais continua sendo programa obrigatório. As piscinas encontram-se a 200 metros da praia, e são alcançadas por meio de jangada.

Nota-se aqui que o turismo de Porto de Galinhas vem passando por profissionalização.

Há alguns anos, o acesso às piscinas era totalmente descontrolado: jangadeiros disputavam turistas no grito, e os detalhes do passeio (preço, duração, hora de partida, número de passageiros, etc) dependia de uma negociação. Essa situação causava danos ambientais, que preocupou o trade turístico.

Hoje, o quadro é o seguinte: os tickets são comprados em um quiosque, ao preço único de R$ 15; de posse do ticket, o turista vai até um controlador de trânsito, que direciona o turista para a próxima jangada programada (todas as jangadas têm padrão semelhante, o que inclui jangadeiro habilitado e coletes salva-vidas); o passeio tem duração pré-fixada de 45 minutos, o que evita o excesso de pessoas nas piscinas (os jangadeiros se encarregam de trazer o passageiro de volta).

Esse passeio inclui também uma porção de ração para os peixinhos; segundo os jangadeiros (dessa feita, Viagem de Ferias não fez o passeio), os peixes estão mais domesticados que nunca, e não tem medo comer na mão dos turistas.

O centro da vila melhorou sua infraestrutura. As estátuas de galinhas continuam a aparecer por toda parte. Algumas ruas foram transformadas em calçadões. O trânsito é lento, encontrar um lugar para estacionar é difícil, mas não vimos estresse (em Porto de Galinhas, todo mundo parece ter mais paciência).

A oferta de passeios continua grande, seja em agências (foto acima) ou diretamente com os buggeiros. Os passeios podem ser tão longos como até Olinda e Maceió, ou os mais curtos, às praias vizinhas de Calhetas, Tamandaré, Carneiros, etc.

Em nossa visita, diversos buggeiros ofereceram passeios às praias e lagoas vizinhas, incluindo paradas para banhos, com duração total de aproximadamente quatro horas; o preço pedido era inicialmente R$ 120, mas com alguma pechincha baixou para R$ 100.

A título de comparação, um passeio de buggy em Natal, na mesma época, saía por volta de R$ 300 a R$ 350.

Mergulhos também são oferecidos por diversas operadoras. Os preços são convidativos (o cartaz acima oferecia mergulho para duas pessoas, incluindo curso, instrutor e todo o material necessário por apenas R$ 150) e as operadoras aparentam ser bastante profissionais.

Conclusão de Viagem de Ferias: com fácil acesso, belíssimas praias, diversas opções de passeio, bons preços, Porto de Galinhas faz jus a seus repetidos prêmios de melhor praia do Brasil.

Restaurantes no calçadão da praia, Maceió

Viagem de Ferias já visitou todas as capitais nordestinas entre Salvador e Fortaleza, e já frequentou restaurantes e barraquinhas em todas elas. Em nossa opinião, dentre as capitais, é nas praias de Maceió que se encontram as melhores barracas e restaurantes.

O calçadão de Maceió é largo o bastante para acomodar restaurantes de bom porte, e há muito tempo esses locais já foram dotados de infraestrutura (energia elétrica, água corrente, coleta de resíduos, etc) que permitam oferecer bons serviços.

Nenhuma outra capital oferece essas condições.

É possível encontrar outros bons restaurantes à beira da areia nas cidades praieiras, fora das capitais, como Porto de Galinhas, Pipa, Jericoacoara, etc. Em outros posts, publicaremos informações a esse respeito.

Abaixo, os tipos de barracas e restaurantes que se encontram em Maceió.

As barraquinhas mais simples (na verdade, grandes quiosques), como as mostradas acima, em geral vendem côco, tapioca e pequenos lanches. Come-se em pé ou nos bancos de cimento da praia. Oferecem mais variedade do que as barraquinhas e quiosques similares que se encontram em Recife e  Natal.

Acima, uma das barracas de Maceió que servem refeições.

Tem estrutura simples, cobertura de palhoça, com espaço interno para preparação de pratos e petiscos; os clientes, contudo, sentam-se na área externa, com cobertura de guarda-sol. Essas barracas são muito semelhantes às que se encontram na praia de Tambaú, em João Pessoa. As barracas situam-se no calçadão, entre a avenida beira-mar e a areia da praia, e podem ser encontradas ao longo de todas as praias urbanas de Maceió: Ponta Verde, Jatiúca e Pajuçara.

O diferencial de Maceió são os restaurantes à beira-mar. Acima, imagens do Imperador dos Camarões, em Pajuçara, um dos mais famosos da cidade, que Viagem de Ferias visitou.

Além da área externa, o Imperador oferece um salão que, em termos de conforto e limpeza, nada fica devendo aos bons restaurantes da cidade (o Imperador, aliás,mantém um restaurante na mesma avenida beira-mar da Pajuçara).

No Nordeste, restaurantes à beira-mar com essa estrutura são encontrados na barracas da Praia do Futuro, mas estas têm a desvantagem de serem um pouco afastadas das praias centrais, enquanto em Maceió elas estão no centro da área turística.

A especialidade da casa são camarões e frutos do mar. Quando a foto do cardápio foi tirada (final de 2011), preços dos pratos de camarão variavam ao redor de R$ 39 para a porção individual, e R$ 59 para porção para duas pessoas. O principal prato da casa é o chiclete de camarão.

Dica do Viagem de Ferias:  pedimos uma moqueca de peixe, porção individual (foto acima); segundo o garçon, as moquecas, mesmo nas porções individuais, são suficientes para satisfazer duas pessoas. A moqueca vem acompanhada de arroz, pirão e farofa.

Repetindo: Maceió tem os melhores restaurantes à beira-mar entre todas as capitais do Nordeste.

Leia também: restaurantes em Maceió.

 

Cinema em Natal: Praia Shopping

Esse post poderia também ser intitulado: “O que fazer em Natal em um dia de chuva”.

Natal é a Cidade do Sol, ou seja, a Cidade do Dia. Natal não tem a agitada vida noturna de Fortaleza, nem a variedade cultural noturna de Recife e Salvador, nem os longos calçadões – que permitem caminhadas noturnas – de João Pessoa ou Maceió.

O que fazer, então, se o dia estiver chuvoso? Quando não for possível ou conveniente mergulhar na praia, passear de buggy, visitar o cajueiro? Ou então, onde os pais poderiam levar as crianças pequenas à noite, se o hotel não oferecer opções de entretenimento?

A sugestão de Viagem de Férias é: ir ao cinema do Praia Shopping, em Ponta Negra. Esse cinema é bem localizado, bem cuidado, tem programação atualizada, e o mais importante: é bastante tranquilo; nas diversas vezes em que fomos a esse cinema (à tarde ou à noite), jamais nos defrontamos com filas ou salas cheias.

Acima, uma foto retirada do Google Maps. A bilheteria do cinema localiza-se na parte frontal, do lado direito.

A propósito, há atualmente apenas mais um cinema em Natal, o que fica no Midway Mall. Além de ser mais mais distante e mais caro, o cinema do Midway frequentemente tem longas filas, e as sessões costumam ser bem mais cheias (um convite para o estresse).

Note que nossa recomendação é apenas quanto ao cinema do Praia Shopping. Evite a praça de alimentação (que tem poucos restaurantes, e os garçons mais insistentes da cidade) e, para compras, prefira o Shopping do Artesanato Potiguar, que fica vizinho ao Praia Shopping.

Note, por fim, apesar de não recomendarmos o cinema do Midway Mall, é lá que fica o melhor centro gastronômico de Natal. Para quem está hospedado num dos hoteis de Ponta Negra, uma sugestão para um fim de noite chuvoso é: jantar no Midway, assistir a um filme no Praia Shopping, voltar para o hotel.

Pousada Bella Praia, Joao Pessoa

Viagem de Ferias hospedou-se na Pousada Bella Praia, em João Pessoa.

A diária saiu por R$ 60 para ocupação simples, e sairia por R$ 100 para ocupação dupla. Isso faz da Pousada uma boa opção econômica, bem localizada (a pouco mais de duas quadras da praia de Tambaú), limpa e segura em João Pessoa.

A foto acima mostra a fachada da Pousada, tirada na avenida Nego. O prédio aparenta ser novo (o hotel não tinha sequer uma placa).

O trânsito nas imediações é tranquilo, com pouco movimento (note, contudo, que a rua é de sentido único, com fluxo em direção à praia); o hotel tem estacionamento para alguns carros.

Acima, uma foto do quarto ocupado por Viagem de Férias. Como se vê, a mobília é bastante básica: camas, frigobar, TV pequena (não há canais por cabo), condicionador de ar. O  banheiro é também bastante simples, com chuveiro elétrico.

No café da manhã, típico de um hotel duas estrelas, encontramos queijo e apresuntado, algumas frutas, charque e macaxeira, sucos, café, leite.

Avaliação do Viagem de Ferias: a Pousada é excelente opção para quem fica a maior parte do tempo fora do hotel (viajantes a negócios);  viajantes a passeio devem lembrar que a Pousada tem poucas opções de lazer.

Entretanto, tendo em vista os preços competitivos e as boas condições do hotel, a Pousada pode ser interessante também para famílias e outros turistas.

Hoteis com infraestrutura um pouco melhores (como o Caiçara ou as Pousadas do Caju) custam bem mais caro que o Bella Praia; alguns hoteis no centro tem preços semelhantes, mas ficam bem mais distantes da praia; e algumas pousadas de baixo custo localizadas próximas à praia não oferecem o mesmo conforto e segurança do Bella Praia.

Veja outras opções de hoteis em João Pessoa.

 

Pousada da Orla, Maceió

A equipe de Viagem de Ferias hospedou-se na Pousada da Orla, em Maceió.

Não há dúvidas quanto à grande vantagem da pousada: a localização. Ela está situada exatamente à beira-mar da Praia de Pajuçara, em frente à feirinha de Artesanato. Basta atravessar a avenida Antônio Gouveia, e você estará pronto para começar a explorar o calçadão da praia de Maceió.


Exibir mapa ampliado

Os hoteis mais imponentes e caros de Maceió localizam-se também à beira-mar, mas com preços bem mais altos; isso pode levar à falsa impressão de que não existam opções econômicas próximas à praia em Maceió.

A diária de um quarto duplo saiu por R$ 90, pagos em dinheiro, em novembro de 2011. A tabela atualizada no site da pousada indicava, para o mesmo quarto, o valor de R$ 100 na baixa temporada e R$ 200 na alta temporada.

Não espere, contudo, vista exuberante. Como mostram as fotos acima, a pousada foi construída em um antigo casarão, e os quartos ocupam a parte posterior. O prédio grande ao lado da pousada é o Hotel Sete Coqueiros.

O quarto e o banheiro eram pequenos e antigos, mas razoavelmente limpos e confortáveis. O quarto tem TV a cabo, ar condicionado e frigobar. O hotel oferecia internet na recepção, mas não tinha wi-fi nos quartos.

O café da manhã era igualmente simples (quatro tipos de frutas, queijo, apresuntado, um ou dois tipos de pães, salsicha no aquecedor), mais do que suficientes para quebrar o desjejum; o café é servido em espaço com vista para a rua.

A pousada dispõe de um espaço comunitário, com acesso à internet, TV e um aquário.

A recepção é bastante simples. Os funcionários são atenciosos (embora lhes falte, evidentemente, treinamento profissional).

Avaliação do viagemdeferias: se você vem a Maceió para aproveitar os atrativos da cidade, então a Pousada da Orla, pela localização e pelo custo, é uma excelente opção; se você valoriza a qualidade dos serviços, talvez seja melhor pesquisar outro hotel, mais voltado ao viajante de negócios.

A Pousada da Orla aceita reservas pela internet.

Veja outros hoteis em Maceió.