Recife

Carnaval Recife 2008 - repercussão internacional





«Cultura de Pernambuco.
«Carnaval de Recife.
«Carnaval de Olinda.

O Carnaval do Recife teve, em 2008, a maior repercussão internacional de todos os tempos no noticiário internacional (incluindo jornais impressos e Internet). No total, 1.050 credenciais de Imprensa foram entregues para jornalistas do Brasil e do mundo.

Jornais e sites de várias partes do mundo reproduziram matéria do correspondente no Brasil da Associated Press (uma agência de notícas, que produz material informativo e revende para outros grandes jornais no mundo), Michael Astor, que esteve no Recife na semana pré-carnavalesca e, durante os dias de Momo, no Sambódromo, no Rio.
Diversos jornais do mundo reproduziram a matéria; ver, por exemplo, o site do Miami Herald sobre o frevo no Recife.

A chamada da matéria diz: "O ritmo frenético do frevo atrai multidões e faz do carnaval do Recife uma festa única, com ritmo mais contagiante do que o mais famoso carnaval do Rio, baseado no samba".

Fator importante para aumentar o interesse pelo Recife foi o samba-enredo sobre o frevo levado à Marquês de Sapucaí pela Mangueira, no Rio de Janeiro. No desfile de Samba do Rio de Janeiro, ocorrido na noite de domingo – a transmitido para milhões de aficionados – o Carnaval do Recife mostrou que é um dos melhores segredos guardados do Brasil.



"Ao patrocinar a participação da Mangueira, estamos atraindo a atenção nacional e internacional sobre nosso carnaval, que é o mais democrático do Brasil e é grátis para todos", indicou o prefeito do Recife, João Paulo, ao explicar a razão de investir US$ 1,7 milhões (R$ 3 milhões) na Mangueira.

Michael Astor veio ao Recife espontaneamente, atraído pelo samba da Mangueira. Ele chegou na segunda-feira (21/01) e voltou no domingo (27/01). Aqui entrevistou o prefeito João Paulo, o maestro Spok, o cantor Alceu Valença e várias outras pessoas ligadas ao ritmo mais popular de Pernambuco.

Pela primeira vez, a matéria principal do correspondente foi sobre o Recife, e não sobre o Rio de Janeiro. Aqui, Astor também descobriu que, além do frevo, "Recife oferece um pout-pourri de ritmos com nomes que parecem arrancados de um livro de poesia, como maracatu, caboclinho, côco e ciranda". O repórter visitou também Nazaré da Mata e ficou impressionado com o maracatu; suas impressões sobre o ritmo renderam uma extensa reportagem, publicada pela agência Associated Press (e reproduzida em diversos outros jornais do mundo).